sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Body

who can tell what is beautiful and what is not...?
Hoje, meio na brincadeira com a minha camera fotográfica e porque não tinha mais nada para fazer, acabei por explorar um assunto que há muito tempo me cativa a mente e a curiosidade artística: a pele e o corpo humanos.
Numa sessão intimista comigo própria em que fiz de modelo e fotografa ao mesmo tempo (não fazem ideia da ginástica que se tem que fazer, mas pronto, é o que se pode fazer quando queremos modelos e não os temos, usarmo-nos a nós próprios) dei asas á minha imaginação, intuição e curiosidade artística.
Embora esta primeira sessão como modelo e fotografa conceptual ou "nude" como preferirem, apercebi-me que não só adorara fazer este tipo de coisas, como me tinha suscitado uma fome para fazer mais e apesar dos resultados terem na sua maioria saído mal, gostei particularmente da foto em que se encontra neste post.
Sim é o meu umbigo, e apesar de eu o achar horrível, nesta foto, não sei como, ele tem um "je ne se quois" de sensualidade, até me custa a acreditar de que este é o umbigo horrível com que convivo diariamente.
Descoberta a recente fome por pele humana, apercebi-me que preciso urgentemente de um modelo, gostava de brincar mais com este tipo de fotografia, mas não tenho, nem o corpo nem o descaramento adequados a este tipo de exposições privadas.
É aqui que entram os meus problemas contraditórios, a sociedade criou, nas suas mentes ridículas e superficiais, regras Standards de beleza, quem as cumpre é perfeito e quem não as cumpre, não o é. Dadas estas regras, a humanidade disparou, enlouquecida numa obsessão cega pela beleza exterior, desde dietas, lipoaspiração, cirurgias plásticas, implantes mamários, e até reconstruções corporais, o ser humano iniciou uma cruzada monumental pelas formas e técnicas mais perfeitas de se tornar num objecto que todos desejam e querem atingir, um estatuto de Standard de beleza, sem olhar a meios, custos ou a quem, é como se disso dependesse as vidas deles próprios.
"Pobre daquele que não gosta de si mesmo" é aquilo que eu penso, acho que por mais cirurgias que as pessoas façam, nunca vão estar contentes a 100%. O Ser Humano não é um ser conformista, e infelizmente é um ser que cada vez mais vive através de superficialidades ridículas, só para se poder afirmar na nossa sociedade. "Pobre daquele que não gosta de si mesmo" é aquilo que eu penso, mas e quando a busca pela perfeição nos afecta a nós, que por acaso até gostamos da forma como somos? Infelizmente a sociedade tende a rebaixar e a ofender, quem não cumpre as regras, quem se contenta com aquilo que é e vive bem dessa forma, é como se tivessem inveja, porque nós atingimos aquilo que eles gostariam de atingir, um bem-estar connosco próprios que se espelha através do nosso contentamento. Para a sociedade, nós não estamos bem, nós apenas rejeitamos o facto de que podemos mudar, e ser como eles, e que se formos rejeitados e mal-tratados, nos vamos aperceber disso e fazer algo para nos tentarmos tornar como o resto da manada.
Embora as vezes sinta na pele que não sou perfeita, e não sou propriamente a rapariga mais gira no mundo, e que provavelmente sou horrorosa para muita gente (todos nós temos os nossos dias) sinto que este sentimento é resultado da pressão da sociedade, e então olho para o que realmente interessa, posso não ter um corpo perfeito, ou ser uma beleza natural, mas tenho personalidade, carisma, inteligência, uma veia artística, um sentido de humor diferente, e o mais importante, amigos que gostam da minha maneira de ser e me apoiam ou aconselham em todas as fases da minha vida, coisas que muitos provavelmente não terão, porque perdem demasiado tempo a construir as suas vidas e personalidades falsas mas perfeitas.
Por isso meus amigos, termino com a frase que começei "Who Can Tell What is Beautiful And What is not...?" na minha mente..só há uma resposta: NINGUÉM!!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Férias

"Without a care in this whole world, Without a care in this life,
It's what you take that makes it right..."
Finalmente chegaram as férias! Não que realmente precisasse delas, mas apenas porque fazem parte.
Para ser completamente sincera, preferia continuar em Alverca, dado que as minhas férias este ano não tem qualquer rumo, destino ou planos traçados. O único plano que tinha idealizado, (ir para Hamburgo durante uma semana, mais concretamente para o festival de metal Wacken Open Air) infelizmente, não pode ser concretizado este ano devido a motivos económicos.
Arruinados os meus planos, encalhei em Lisboa, o pior sitio na minha opinião, para se estar encalhado durante as férias, especialmente quando se está tão farto da cidade de Lisboa como eu estou.
Até mesmo a unica coisa que me faz sentir em paz temporariamente, me tem sido impossivel de fazer ultimamente. É uma coisa simples, mas que devido á saturação de pessoas na zona, tem impossibilitado o contacto e a intimidade que possuo com aquele lugar, lugar esse que é as escarpas rochosas da zona de peniche, onde custumava sentar-me, e esqueçer-me de tudo, de todos os pensamentos, e de todas a preocupações, simplesmente me sentava e deixava-me absorver pelo som das ondas a embaterem nas rochas, o cheiro a humidade salgada, e o vento tranquilizante mas frio daquela zona.
As minhas férias estão resumidas a uns meros dias de praia ocasionais com a minha vizinha e um amigo, e o estar fechada em casa a ver filmes. Lisboa já não me traz nada de novo, nem mesmo a nivel da fotografia, o meu hobbie mais frequente, Lisboa está saturada e vazia ao mesmo tempo.
Anseio por algo diferente, mas isso nunca surge, e deixo-me esmorecer aos poucos sufocada pelos dias de férias vazios e solitários. A minha unica oportunidade de mudar de rotina, baseia-se num mero fim de semana próximo, mas que me pareçe ainda tão distante, em que as coisas serão certamente diferentes, tanto a nivel de pessoas como a nivel de região e convivio.
Apesar de tudo há algo que me preenche a mente quase diáriamente, um pensamento que deveria ser ignorado e esquecido, mas que nunca o faço, e isso inquieta-me.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Everything Changes


If You Have To Go Don't Say Goodbye..

É com alguma tristeza e ao som de Smashing Pumpkins - For Martha, que escrevo estas linhas, pois nestes últimos tempos, todas as pequenas coisas que guardo com preciosidade, têm esmorecido aos poucos.

A primeira, e talvez a que sinto com mais frequência é a falta da mariana, a inconvencional, sempre espontânea e igual a si mesma, que consegue sempre dizer a coisa menos apropriada, no momento mais apropriado, sinto falta da loucura dela e sinto falta dela. Infelizmente ela está a estudar na Áustria e só regressa a Portugal em Agosto.

Apesar de Agosto ser uma altura de férias, temo que talvez não a veja nessa altura, devido ao facto que ela talvez vá passar as férias com a família e eu não tenha oportunidade de estar com ela. O que me entristece um pouco porque o nosso grupo anda um pouco disperso e incerto quanto ao futuro próximo, o mais provável é que as minhas férias se resumam a umas férias solitárias em Lisboa sem nada para fazer.

A Segunda, foi a recente noticia que um grande amigo meu, pelo qual tenho uma estima do tamanho do mundo, se ia embora (hoje vou ao café com ele para me despedir, dado que ele parte amanhã em viagem), numa missão voluntária qualquer, para um destino qualquer, que ou ainda não sabia, como afirmou, ou não me quis dizer. Ao longo dos anos temos passado bons e maus momentos, partilhamos alegrias, tristezas, bons e maus humores, dúvidas e algumas confidências.

Apesar de todos os meus amigos serem aquilo que são, um bocadinho de mim própria sem os quais eu não seria o que sou hoje, estes dois tem uma importância especial para mim, talvez por serem os mais carismáticos do grupo, ou aqueles com quem eu me identifico mais.
É curioso no entanto, que mal consigamos retroceder no tempo e lembrarmo-nos exactamente de como éramos há apenas uns 3 ou 4 anos atrás. Todos nós mudamos, quer tenhamos evoluído a nível de ideias ou opiniões formadas, quer a nível de decisões e atitudes. Essas mudanças são apenas perceptíveis quando olhamos para trás e comparamos aquilo que éramos com aquilo que somos hoje em dia. Naquela altura éramos tão diferentes...
Apesar de as mudanças terem tido efeitos positivos nalguns casos, é difícil não ter momentos nostálgicos quando pensamos em tudo aquilo que vivemos, e é difícil encarar o futuro sem essas lembranças.
Eu sei, no entanto, que tudo isto é apenas outra fase que estamos a atravessar nas nossas vidas, tal como sei que estas separações apesar de parecerem longas, são apenas temporaneas e passageiras. Na verdade não me imagino, nem quero imaginar-me sem o grupo com quem tenho convivido durante tanto tempo, especialmente sem estes dois cromos caramelos de quem tanto gosto.
Espero sinceramente que nos continuemos a aturar mutuamente até aos 80 anos mesmo que tenhamos Parkinson, Alzheimer, usemos fraldas, e sejamos uns velhos chatos e rabujentos que se agridem mutuamente com bengalas, num lar da 3ª idade.

sábado, 30 de junho de 2007

The Cat

Something in his eyes made me think about my life...
Ontem depois de ter arrumado o carro na minha rua, como faço todos os dias, numa rotina
mêcanica semi-vazia, deparei-me com este gato preto sentado no cimo de umas pequenas escadas a olhar directamente para mim.
A principio não lhe prestei atenção, era mais um dos gatos vadios da minha rua, o meu primeiro pensamento é que ele estaria a tentar descobrir se eu teria algum bocado de comida para lhe dar.
Continuei a tirar as coisas do carro para levar para casa, quando me virei para fechar o carro e dirigir-me para o prédio, reparei que o gato continuava exactamente na mesma posição, impassível, a observar-me atentamente.
Não sei se foi o facto de este gato ser completamente preto (os gatos pretos sempre foram assoc iados a superstições de azar e de bruxarias) e ter olhos cor de âmbar, que me despertou a atenção, e me pôs a olhar para ele durante uns bons minutos ou se foi o facto de este estar a fazer exactamente o mesmo.
Em algumas culturas o gato é um poderoso símbolo espiritual. No Antigo Egipto, matar um gato era um crime punido com a morte, pois acreditavam que o gato era o protector dos mortos e o guarda do equilíbrio entre a vida e a morte. Matar um gato era como lançar a mais terríveis das pragas sobre o reino, e por isso o preço a pagar era a pena de morte.
Na Cultura tradicional Irlandesa (Celta) o gato é o representante da alma, as almas começam juntas, mas quando passam pelo processo da reencarnação, separam-se. Os Celtas acreditavam que quando alguém se cruzava com um gato ou sonhava com um gato, era sinónimo de que tinha encontrado a sua alma gémea, ou que isso iria acontecer muito brevemente. Para quem já fosse casado era um sinónimo de prosperidade para o casamento, devido a esta crença quase todos os celtas possuíam um ou dois gatos, além de exterminarem as pragas, como ratos, era um bom presságio possuir um gato em cada casa.
Já na cultura cristã, um gato preto era sinónimo de má sorte, morte e um mau presságio, por isso durante as idades médias da história, os gatos pretos foram queimados em fogueiras, juntamente com as "supostas bruxas", ou seja, pessoas que não se orientavam pelos princípios básicos da igreja e praticavam actos de paganismo.
História e factos á parte, não posso deixar de dizer que aquele gato me transmitiu algo, o que não sei, provavelmente foi apenas fruto da minha imaginação, talvez o meu estado de espírito já se encontrasse perdido, absorto em pensamentos e memórias apesar de eu não estar a pensar em nada, talvez fosse a aborrecida rotina diária que me tenha feito acreditar que o gato me estava a analisar meticulosamente, e enquanto o fazia me tentava transmitir o conhecimento que tinha adquirido durante a sua vida (é costume dizer-se que os gatos tem 7 vidas, devido á sua longa longevidade, e á sua fantástica flexibilidade)
Ao olhar para mim com aqueles olhos de âmbar, fez-me relembrar tudo o que vivi até hoje, todas as minhas alegrias e todas as minhas tristezas, todas as minhas vitórias e todas as minhas derrotas, e, no entanto, não me senti triste, não me senti feliz, não me senti completa, ou incompleta, senti que tinha um caminho a percorrer e que não posso desanimar.
Com esta reflexão, virei costas e dirigi-me para casa, ao olhar relançadamente para trás notei que o gato já ali não estava, sorri e continuei o meu caminho.

domingo, 24 de junho de 2007

Boredom...

Quando não se têm nada para fazer, Vê-se o Sr. Hermano Saraiva...
O dia de hoje foi dos dias mais secantes da minha vida, sem nada para fazer, e sem nada que pudesse ser feito, estava destinado a ser um dia de seca. Sem qualquer tipo de programa fiquei em casa a olhar estaticamente para o ecrã do computador, ou a olhar estaticamente para o ecrã da televisão a ver o documentário do Sr Hermano Saraiva e as suas histórias incrivelmente secantes sobre a história...
Sem querer ser má para quem até gosta de observar os documentários do Sr. Hermano Saraiva, só tenho algo a acrescentar, fucking boring! Provavelmente tão boring como este post, mas como podem ter constatado, não tenho mesmo mais nada para fazer, e por isso corto na casaca de alguém (Poor Mr Hermano Saraiva) XD.
Não desminto, no entanto, que o homem percebe bastante de História! Mas, ouvi-lo e vê-lo durante um documentário inteiro, é algo que coloca gente como eu a olhar para o vazio completamente ausente do espaço físico que nos rodeia, facto que acontece ao fim de cerca de cinco minutos a observar os documentários do Sr Saraiva.
Algo, no entanto, me diz, que, depois deste post totalmente secante, provavelmente serei perseguida por multidões em fúria (fãs dos documentários extremamente secantes do Sr Saraiva) com forquilhas e tochas com fogo até ficar encurralada algures num moinho ou numa torre que acabará por ser posta em chamas, acabando por, por fim, por termo á minha vida, ou pelo menos a este post completamente secante...
Dito isto, vou para o sofá ver a barbaridade desumana que é a tourada, já que não tenho mais nada para fazer, vou assistir ao sofrimento animal e á vanglória de gente estúpida que deveria enfiar os pauzinhos coloridos pelo rabo acima, em vez de os espetarem nos coitados dos touros...

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Precious

My mind is all messed up right now, and i wonder...

Precious and fragile things
Need special handling
My God what have we done to You?

We always try to share
The tenderest of care
Now look what we have put You through...

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give

Angels with silver wings
Shouldn't know suffering
I wish I could take the pain for You

If God has a master plan
That only He understands
I hope it's Your eyes He's seeing through

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give

I pray You learn to trust
Have faith in both of us
And keep room in Your heart for two

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give...

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Trip To The Zoo

Há já pelo menos dois anos que não visitava o zoo, foi por isso que de inicio andei um bocado ás voltas enquanto tentava descobrir onde se encontravam os animais novos e também os antigos que tinham mudado de sitio. O Zoo está mudado, além de novos animais como o tigre branco, o leopardo das neves e os okapis, os habitats estão muito mais naturais.
Embora ainda se encontre em processo de remodelação, já é possível ver as novas mudanças que ainda virão a acontecer, como o Santuário dos tigres que está em fase inicial de construção, pelo que pude perceber quando estiver acabado irá ser qualquer coisa semelhante ao santuário dos primatas, meaning: tigres á solta num complexo mais natural e edifício com espelhos para o recinto, proporcionando um contacto mais intimo com estes belíssimos animais.
Infelizmente como o zoo ainda se encontra em processo de remodelação, não tive chance de ir visitar os meus velhos amigos: os lobos.
A área em que se encontram estava fechada ao publico por motivos de remodelação, dado que a minha visita aos meus meninos, foi adiada por tempo indefenido :\
Apesar desta decepção o zoo continuava no seu melhor com os seus shows de golfinhos, leões marinhos, repteis, aves aquáticas, aves exóticas e aves de rapina.
O calor apertava e o jardim de zoológico de Lisboa estava cheio de famílias, que como eu, preferiram passar aquele bonito dia, no jardim zoológico e gastar tempo de qualidade com a família em vez de o passar o dia todo na praia como muitos nesse fim de semana decidiram fazer.
A Visita ao zoo é sempre diferente dado que ao longo dos anos o zoo vai mudando a sua aparência, e os mais pequenos ficam encantados com a quantidade de animais e espectáculos que este oferece.
Por fim e para finalizar a minha visita, engoli o medo que tenho de alturas, e embarquei no teleférico, decisão que me arrependi mal este saiu da plataforma, mas uma vez suspensa no ar, não tive outro remédio se não, não olhar para baixo e esperar ansiosamente que a volta terminasse. Ao sair do jardim zoológico e dirigir-me para casa, relembrei a visita e os sons dos animais ficando com uma vontade enorme de la voltar.

sábado, 2 de junho de 2007

Semanas Agitadas




Estas ultimas semanas tem sido de doidos! não tenho tido muito tempo para mim ou para me dedicar aos meus recentes Hobbies, como este blog não tenho actualizado isto, e de facto ficou até meio esquecido, mas agora estou de volta, e ao som de black sabbath - paranoid, vou fazer o relato do que tem acontecido até agora! e apesar de a minha vida se dedicar muito á rotina, não deixo de trazer novidades para quem se interessar a ler isto.


1º fui a uma feira medieval, perto de Rio Maior, para os lados da terra da minha mãe, presenciei um momento no mínimo "engraçado" com o grupo teatral que tinha sido contratado para tocar nessa feira, uma vez que lhes fui pedir informações e eles reagiram com uma grande dose de boa disposição e algum humor, mais tarde nesse dia vimo-los actuar e gostei bastante, tendo até feito uns quantos vídeos para a posterioridade.


2º - conheci uma data de pessoal novo, a minha entrada em Alverca superou as minhas expectativas, porque a minha recepção foi melhor do que a tinha previsto, conheci uma data de malta bacana com a qual me dei instantaneamente bem ao fim de 1 ou 2 dias.


3º comprei finalmente uma máquina nova, uma que já andava de olho há algum tempo, tive sorte porque consegui uma promoção tendo adquirido máquina+mala+cartão+carregador+pilhas para a mesma pelo preço a que ela se encontra a venda sem acessórios.


4º ao ir experimentar a maquina nova no fim de semana passado, tive mais uma daquelas experiências únicas que geralmente só se tem uma vez na vida...


Andei de Balão!


sim, é verdade! E posso desde já adiantar que se alguma vez tiverem hipóteses de o fazer, façam-no! É uma sensação indescritível, é simplesmente maravilhoso! e não não é a mesma coisa que andar de avião...


tenho pena de não ter conseguido tirar fotos enquanto estive a "flutuar" lá em cima, mas devido ás condições climatéricas o balão andava de um lado para o outro sendo impossível conseguir uma focagem nítida, mas, pelo menos enquanto aguardava pacientemente a minha vez na fila consegui tirar umas quantas fotos que ficaram muito bem.

5º por fim, amanha vou até ao jardim zoológico, sitio que adoro mas que raramente lá vou, infelizmente, por dois motivos: dinheiro e tempo, vou levar a machine nova e tentar tirar o máximo partido dela :P especialmente com o meu animal favorito - os lobos :P

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Trails & Thoughts


Sometimes what it used to be simple, doesn't make sense anymore...

Todos nós temos os nossos dias, dias em que reflectimos no caminho que temos percorrido até aos dias de hoje, e enquanto reflectimos e tentamos chegar a um consenso, não o conseguimos fazer.

Hoje sinto-me assim, memórias perdidas assombram-me os pensamentos, e levantam novas duvidas e novas incertezas, antigamente conseguia afirmar com certezas o que queria e o que não queria, hoje em dia sei que não tenho a certeza de nada, esta incerteza está-me a tirar o sono. O que se passa comigo? quem me dera saber...e o pior é que não posso exprimir os meus medos a ninguém...é um segredo terrível que transporto comigo mas que não posso deixa-lo sair.